Frio é melhor época para se fazer tatuagem

Procedimento exige que o tatuado fique pelo menos 30 dias longe do sol.
No verão, é mais difícil ficar longe da praia e da piscina.


As temperaturas em todo o país caem e o inverno se aproxima. Para quem não sabe viver longe do sol, essa é a melhor época do ano para se fazer uma tatuagem, porque o procedimento exige passar pelo menos um mês longe da exposição solar. Tatuagens maiores, que levam mais tempo para serem feitas, precisam de mais tempo ainda na sombra. Para garantir o bom resultado, então, nada melhor que fazer o adorno quando está frio e as tentações de mostrar o desenho na praia e na piscina estão bem longe.

O inverno, no entanto, também requer alguns cuidados especiais. Um monte de roupas abafando a área dificulta a cicatrização. Então tome cuidado e aproveite enquanto o outono não acaba.

Em qualquer época do ano, no entanto, é preciso pensar muito bem para fazer uma tatuagem e tomar bastante cuidado. Procure conhecer bem o tatuador e as condições de higiene do estúdio em que pretende fazer seu desenho. Todo o material precisa ser descartável.  O profissional deve lavar bem as mãos e usar luvas o tempo todo.

Como qualquer procedimento que envolve lesão na pele, a tatuagem traz riscos. Se feita com agulha não descartável e equipamentos não esterilizados, a tatuagem pode transmitir doenças graves, como herpes, hepatite e até Aids.

Para evitar infecções após o procedimento, é preciso atenção. Em desenhos maiores, os tatuadores costumam colocar um curativo de plástico na pele, que pode ficar de algumas horas a alguns dias. Não se pode descuidar da higiene e até a cicatrização, é preciso lavar a tatuagem com sabonete antisséptico e passar uma pomada cicatrizadora regularmente. Como, na prática, a tatuagem é um machucado, ela vai formar casca (nunca arranque, espere que ela caia sozinha).

Alergias são raras, mas existem. Pessoas que normalmente são sensíveis a alguns metais podem ter reações, que vão de inchaço e coceira à feridas e secreções.

A dor varia de pessoa para pessoa. Alguns têm uma alta tolerância, e outros sofrem muito. Normalmente, os lugares mais doloridos são aqueles com pouco músculo, como pés e costelas. Não caia na ilusão de que beber álcool antes de fazer a tatuagem alivia a dor. A bebida dificulta a cicatrização e aumenta o sangramento.

Tatuagem feita e cicatrizada, os cuidados não terminam. É preciso passar filtro solar com fator de proteção alto todas as vezes que sair ao sol por dois motivos muito importantes. O primeiro é que a exposição solar excessiva estraga o desenho, deixando-o esbranquiçado. O segundo, mais sério, é o risco de câncer de pele.

Em caso de arrependimento, a dor começa no bolso. Os procedimentos existentes são caros, exigem muitas sessões e dificilmente removem o desenho como um todo. Em geral, os pigmentos mais difíceis de tirar são aqueles mais parecidos com o tom da pele da pessoa. Esses quase nunca saem totalmente.

Os riscos da Tatuagem de rua!

Quando acho que já vi de tudo,
aparecem estes “tatuadores de rua” fazendo um trabalho realmente escroto e fora da lei.


O vídeo disponibilizado pelo jornal Jangadeiro, de Fortaleza, mostra o que muitos profissionais (para mim não devem nem ser chamados assim) andam fazendo nas ruas, montando “estúdios” sem nenhuma infraestrutura ou preocupação com a higiene e a saúde do cliente atendido. O procedimento que estes homens fazem nas ruas é resultado de pessoas que procuram fazer tatuagem por um preço “barato”. Essas “vítimas da vaidade” (como dito no vídeo) acabam pagando com a própria pele o preço de fazer tatuagem nessas condições. Eles só possuem clientes porque estas pessoas não possuem informação ou conhecimento dos riscos por que passam ao serem tatuados com materiais não descartáveis e por tatuadores que não utilizam luvas.



Realmente fiquei indignado. Fico imaginando como estas pessoas se submetem a fazer tatuagem em um lugar sujo, ao ar livre e ainda achar engraçado e bonito e pensar que está se dando bem com uma “tattoo de 10 reais”.

20 de julho o Dia Nacional do Tatuador

No dia 20 de julho de 1959, o dinamarquês Knud Harald Lykke Gregersen desembarcava no porto de Santos para dar início a história da tatuagem moderna brasileira.



Lucky Tattoo ou Mr. Tattoo, como era chamado por seus clientes era loiro e corpuleto, filho de Jens e Ema Gregersen, nasceu na cidade de Copenhague em 14 de maio de 1928. A paixão pela arte e pelos pigmentos foi transmitida ao Lucky por seu pai, famoso tatuador europeu nos anos 30 e 40.


Lucky Tattoo já havia exercido outros ofícios em cidades como Atenas, Hamburgo, Londres, Nova York e Gênova mas foi em Santos que o primeiro tatuador profissional da América do Sul abriu seu estúdio. Inicialmente seu estúdio situava-se à rua João Otávio, local frequentado por seus principais clientes, os marinheiros.

Em 63 o tatuador mudou seu estúdio para a rua General Câmara, onde ostentava junto a porta de entrada a seguinte frase: “It’s not a saylor if he hasn’t a tattoo” ou “Não é um marinheiro se não tiver uma tattoo”. O tatuador pioneiro logo tornou-se notícia e menos de seis meses depois de sua chegada ao Brasil, foi matéria do jornal Folha de São Paulo em 1960. Em 1975 o jornal O Globo publica uma entrevista de meia página em seu primeiro caderno, intitulada "Tattoo Lucky, o único tatuador profissional da América do Sul".

Já em 1977, o ainda jovem e famoso apresentador Sílvio Santos, entrevistou Lucky Tattoo que participou também do programa de Flávio Cavalcanti, outro famoso apresentador da extinta TV Tupi.

Mas foi nos anos 70 que a tattoo quebrou seus primeiros tabus, e aos poucos a sociedade parou de classificá-la como arte para prostitutas e marinheiros, permitindo que aos a nobre arte penetrasse na pele da classe média. José Artur Machado, conhecido como “Petit”, foi um dos muitos jovens cariocas que tatuou-se com Lucky, seu dragão tatuado no braço foi imortalizado por Caetano Veloso com a canção “Menino do Rio”, já o Evandro Mesquita, ator do programa "A Grande Família", que na época era vocalista da banda de sucesso Blitz, tem impresso no braço uma águia tatuada por Lucky Tattoo.

O pioneiro da tatuagem no Brasil ficou em Santos por dezoito anos, e depois mudou-se para Itanhaém, devido aos constantes assaltos. Cinco anos depois de sua chegada a Itanhaém, Lucky mudou-se para Arraial do Cabo no Rio de Janeiro, permanecendo por lá até a sua morte em 17 de dezembro de 1983, aos 55 anos de idade. Sua morte foi capa do jornal A Tribuna, matéria ocupou mais da metade desta página.



O texto da matéria sobre a morte de Lucky Tattoo foi assinado pelos renomados tatuadores Johnathan Shaw (Americano) e Ciccio (Italiano),que na altura trabalharam no Brasil. Lucky Tattoo contabilizou nada menos que 45.000 tatuados em 30 anos de carreira artística, 24 deles em território brasileiro.

Toda esta história esta ligada ao dia de hoje (20 de julho), data em que o dinamarquês Lucky Tattoo chegou ao Brasil. Esta data foi escolhida pelo Sindicato dos Tatuadores e seus associados, como o Dia Nacional do Tatuador.

Por isto, parabenizamos à todos os tatuadores e tatuadoras brasileiros(as), espalhados por todo o planeta e desejamos uma vida repleta de arte, cor e harmonia. 20 de Julho, Dia Nacional do Tatuador, Parabéns!!!


Spider Tattoo Studio - Tatuagem e Piercing - Campo Mourão - Paraná



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